terça-feira, 1 de abril de 2008
Compre Verde - Como nossas compras podem ajudar a salvar o planeta
Os produtos que compramos no dia-a-dia deixam um rastro duradouro no planeta. O plástico que jogamos fora leva milhares de anos para se degradar. Muitos alimentos vêm de áreas de desmatamento. Nossas compras rotineiras envolvem uma cadeia de lojas, indústrias, transportadoras e agricultores que despejam na atmosfera até 77% dos gases que estão mudando o clima da Terra. A boa notícia é que existem cada vez mais produtos que ajudam a proteger a natureza e garantir que o planeta continuará a nos oferecer um ambiente saudável sem que seja necessário abrir mão dos confortos da vida moderna. Só precisamos saber escolher. (Alexandre Mansur - Época, Ed. 515 - 31/03/2008)
sexta-feira, 28 de março de 2008
Desenvolvimento sustentável
Este conceito surgiu pela primeira vez em 1987, com o relatório Brundtland, e foi amplamente adotado no contexto da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, Eco-92. Em termos gerais, representa o crescimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atendimento às das gerações posteriores. Para isso, deve-se realizar um planejamento e reconhecer que os recursos naturais não são infinitos.
(Fonte: Planeta Sustentável)
(Fonte: Planeta Sustentável)
quarta-feira, 19 de março de 2008
Como os catalisadores reduzem a poluição



A maioria dos carros modernos é equipada com catalisadores de três vias. A expressão "três vias" se refere às três substâncias que eles ajudam a reduzir - monóxido de carbono, VOCs e moléculas de NOx. A peça catalisador na verdade usa dois diferentes tipos de catalisadores: um de redução e outro de oxidação. Ambos consistem em uma estrutura cerâmica coberta por um catalisador de metal, geralmente platina, ródio e/ou paládio. A idéia é criar uma estrutura que exponha o máximo da área da superfície catalisadora para o fluxo de descarga ao mesmo tempo em que se procura minimizar o trabalho dos catalisadores, pois são muito caros. (...)
terça-feira, 18 de março de 2008
Trecho de monografia sobre meio ambiente
I- O HOMEM E A TERRA
1.1 O antropocentrismo como instrumento deflagrador do consumo
A insatisfação move o homem. Quem já ouviu esta afirmação? Muitos, com certeza; mas se pensarmos que a insatisfação está ligada a um desejo podemos entender que o homem está sempre em busca de algo melhor, correto? Não, nem sempre, o homem busca algo melhor sempre, mas nem sempre em equipe, nem sempre para o todo e na maioria das vezes pensa somente em si e como muito em sua família. Esta, é nossa realidade, cultuamos o ego.
E de onde vem isso? Não entrando no mérito dos clássicos que dizem que o homem já nasce com suas idéias ou que o homem é formado pelo meio em que vive, vamos aos fatos, usando como instrumento a história onde o objetivo é entender o homem de épocas passadas para entender o homem de hoje e o mundo por ele administrado. (...)
A insatisfação move o homem. Quem já ouviu esta afirmação? Muitos, com certeza; mas se pensarmos que a insatisfação está ligada a um desejo podemos entender que o homem está sempre em busca de algo melhor, correto? Não, nem sempre, o homem busca algo melhor sempre, mas nem sempre em equipe, nem sempre para o todo e na maioria das vezes pensa somente em si e como muito em sua família. Esta, é nossa realidade, cultuamos o ego.
E de onde vem isso? Não entrando no mérito dos clássicos que dizem que o homem já nasce com suas idéias ou que o homem é formado pelo meio em que vive, vamos aos fatos, usando como instrumento a história onde o objetivo é entender o homem de épocas passadas para entender o homem de hoje e o mundo por ele administrado. (...)
1.2 Sociedade e consumo
Estamos diante de um dos maiores desafios do mundo moderno, que é controlar o consumo. Enquanto muitos enxergam a aquisição de bens como um direito pessoal, é preciso salientar que esse mesmo direito pode afetar a qualidade de vida de maneira geral. (Feldmann, 2007)
O ponto de partida clássico para se falar em consumo, do efeito que ele trouxe para nossas vidas e o modelo de sociedade que se forma desde então é a revolução industrial.
Eric Hobsbawm, destacado historiador inglês e autor de importantes análises econômicas e políticas do século vinte trás à seguinte definição da revolução industrial. (...)
Essa análise expõe um grave pensamento: o sistema capitalista, ou nunca será capaz, ou nunca tentarão usa-lo para acabar com a pobreza do mundo.A reflexão final para a sociedade e o consumo é: desenvolver continua sendo de fundamental importância para os paises pobres, o meio ambiente e sua crise será a sentença que negará o desenvolvimento ou, será o momento definitivo para os impérios do mundo afirmarem sua condição perpétua como potencias econômicas?
(Nathan Alfredo Ferreira Saucedo Soruco, é bacharel em direito pelo UniToledo em 2007)
Finanças e Meio Ambiente
O Rio de Janeiro sediou nos dias 14 e 15 de março de 2002 a 4ª Reunião Anual da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que se realizou no auditório do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES. Compareceram ao evento cerca de 350 representantes de diversas instituições financeiras nacionais e internacionais, bem como dirigentes de diversos organismos internacionais, dedicados à proteção ambiental e organizações não governamentais como os Amigos da Terra e a União Internacional para a Conservação da Natureza, dentre outras. O tema é extremamente novo e provocativo, embora seja visível que ele venha crescendo em importância a cada dia que passa. Entretanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido. Em primeiro lugar é necessário que fique bem claro que riscos ambientais são riscos financeiros. Vários exemplos demonstram a veracidade da assertiva. Vejamos o caso do polêmico Projeto de Transposição de Águas do Rio São Francisco. Como se sabe, há mais de 150 anos existem projetos com o objetivo de retirar uma pequena quantidade de água do Rio São Francisco e levá-la para o semi-árido nordestino, como forma de amenizar a seca na região. (...)
A iniciativa financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente conta com a participação de 77 instituições, sendo 65 da Europa e 7 da América do Norte. Em termos de América Latina, cerca de 70% dos bancos não possuem uma política corporativa sobre meio ambiente, sendo que dos 30% que a possuem, estas se limitam a serem políticas internas de meio ambiente e eles não pensam em meio ambiente como uma importante variável em negócios financeiros. Acrescente-se que 90% dos bancos não possuem qualquer tipo de gerência ou departamento encarregado de questões ambientais; igualmente, em 90% dos bancos não há qualquer análise de performance ambiental da instituição. Por tudo o que foi dito acima, parece-me bastante fácil identificar a importância e a dimensão da reunião ocorrida no BNDES.
(Paulo de Bessa Antunes, é advogado e consultor em direito ambiental)
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