I- O HOMEM E A TERRA
1.1 O antropocentrismo como instrumento deflagrador do consumo
A insatisfação move o homem. Quem já ouviu esta afirmação? Muitos, com certeza; mas se pensarmos que a insatisfação está ligada a um desejo podemos entender que o homem está sempre em busca de algo melhor, correto? Não, nem sempre, o homem busca algo melhor sempre, mas nem sempre em equipe, nem sempre para o todo e na maioria das vezes pensa somente em si e como muito em sua família. Esta, é nossa realidade, cultuamos o ego.
E de onde vem isso? Não entrando no mérito dos clássicos que dizem que o homem já nasce com suas idéias ou que o homem é formado pelo meio em que vive, vamos aos fatos, usando como instrumento a história onde o objetivo é entender o homem de épocas passadas para entender o homem de hoje e o mundo por ele administrado. (...)
A insatisfação move o homem. Quem já ouviu esta afirmação? Muitos, com certeza; mas se pensarmos que a insatisfação está ligada a um desejo podemos entender que o homem está sempre em busca de algo melhor, correto? Não, nem sempre, o homem busca algo melhor sempre, mas nem sempre em equipe, nem sempre para o todo e na maioria das vezes pensa somente em si e como muito em sua família. Esta, é nossa realidade, cultuamos o ego.
E de onde vem isso? Não entrando no mérito dos clássicos que dizem que o homem já nasce com suas idéias ou que o homem é formado pelo meio em que vive, vamos aos fatos, usando como instrumento a história onde o objetivo é entender o homem de épocas passadas para entender o homem de hoje e o mundo por ele administrado. (...)
1.2 Sociedade e consumo
Estamos diante de um dos maiores desafios do mundo moderno, que é controlar o consumo. Enquanto muitos enxergam a aquisição de bens como um direito pessoal, é preciso salientar que esse mesmo direito pode afetar a qualidade de vida de maneira geral. (Feldmann, 2007)
O ponto de partida clássico para se falar em consumo, do efeito que ele trouxe para nossas vidas e o modelo de sociedade que se forma desde então é a revolução industrial.
Eric Hobsbawm, destacado historiador inglês e autor de importantes análises econômicas e políticas do século vinte trás à seguinte definição da revolução industrial. (...)
Essa análise expõe um grave pensamento: o sistema capitalista, ou nunca será capaz, ou nunca tentarão usa-lo para acabar com a pobreza do mundo.A reflexão final para a sociedade e o consumo é: desenvolver continua sendo de fundamental importância para os paises pobres, o meio ambiente e sua crise será a sentença que negará o desenvolvimento ou, será o momento definitivo para os impérios do mundo afirmarem sua condição perpétua como potencias econômicas?
(Nathan Alfredo Ferreira Saucedo Soruco, é bacharel em direito pelo UniToledo em 2007)
Nenhum comentário:
Postar um comentário